Tuesday, September 14, 2010

Caça de Javalis liberada pelo IBAMA

Essa é a única forma liberada pelo IBAMA para abater Javalis no Brasil atualmente:
http://pt.komeplay.com/pt/jogo/cacador-de-javalis-selvagens

Sobre a Criação de Javalis

Proteção à base de patrulha privada

Um grupo de 350 produtores rurais de Guarapuava adotou um sistema de segurança privada com patrulhamento 24 horas por dia em dezenas de fazendas agropecuárias da região para inibir os roubos de máquinas, insumos e animais. O serviço de monitoramento antiassaltos controla toda a movimentação de pessoas e veículos na área protegida e, segundo os usuários, complementa o trabalho da polícia. Apesar de os vigilantes não circularem armados, o serviço estaria afastando bandos especializados em atacar propriedades distantes da zona urbana.

O projeto vem sendo estruturado há cinco anos e conta com opções como alarme eletrônico e rede de câmeras. As asslatos são mais frequentes às vésperas do plantio, quando os galpões ficam carregados de insumos. Para se ter uma ideia, uma caminhonete simples é capaz de carregar volume de agrotóxicos que vale mais de R$ 100 mil.

Em discussões coordenadas pelo Sindicato Rural de Guarapuava, eles decidiram contratar uma empresa de segurança e prevenir os ataques.

Antes da implantação do projeto, foram feitos estudos sobre a dimensão a ser monitorada, a quantidade ideal de agentes e o melhor local para se instalar as bases de operação. A empresa contratada foi o Grupo Zanardo, que é de Santa Catarina e tem 17 unidades de negócios no Sul do Brasil. Até então, a companhia atendia apenas o setor urbano. Hoje possui três bases do novo serviço, em Guarapuava, Candói e Pinhão. Segundo o diretor presidente da empresa, Ivan Zanardo, o investimento foi de aproximadamente R$ 500 mil, mas o negócio no campo deu certo.

O representante do Sindicato Rural que coordenou as discussões, Cláudio de Azevedo, afirma que os produtores sentiam-se inseguros contando apenas com a segurança oficial. Mesmo com o monitoramento, não eliminaram os riscos, mas estão mais tranquilos, relata. “O projeto ainda não é 100%, mas os produtores sentem-se mais protegidos.” Ele acredita que muitos assaltos foram evitados. “Até mesmo a placa da empresa de monitoramento ao lado da porteira da propriedade é um fator que inibe a entrada de pessoas mal intencionadas.”

Além de inibir a entrada de assaltantes, o projeto tem, desde 2005, o propósito de evitar invasões de caçadores e grupos sem-terra. “Nossa ideia era que, a partir de um sistema de monitoramento, tivéssemos informações relacionadas a movimentações de pessoas próximas às propriedades”, complementa Azevedo. Na época, o Sindicato Rural chegou a criar uma comissão de assuntos fundiários que discutia estratégias de segurança nas propriedades.

O interesse dos produtores pela proteção privada é crescente, o que ajuda a viabilizar o serviço, relata. O monitoramento estaria passando por constantes revisões. “O sistema cresceu e está em fase de consolidação. Um fator fundamental foi a integração da empresa com os órgãos oficiais de segurança”, avalia Azevedo.

O diretor do Grupo Zanardo afirma que a empresa de segurança enfrenta na região de Guarapuava os mesmos problemas que atrapalham o trabalho da polícia. “Tivemos muita dificuldade de acesso às propriedades para atendimento, devido às más condições das estradas.” Segundo ele, esse fator exigiu maior investimento em veículos ágeis e apropriados para a lama e a poeira. Zanardo afirma que a prestadora de serviço se adaptou à legislação que rege a atividade de segurança patrimonial.

Os agentes fazem rondas sem horário definido durante dia e noite. “O monitoramento rural é um conjunto de ações sistematizadas”, define o empresário. Ele argumenta que a prevenção é o objetivo do serviço. Segundo Zanardo, os funcionários são treinados para, em caso de assalto a alguma propriedade monitorada, acionarem as autoridades policiais. A equipe solicita o atendimento da ocorrência e deixa o trabalho repressivo para a Polícia Militar, sustenta.

O custo para os produtores rurais varia de R$ 120 a R$ 160,00 por mês. Para monitorar a empresa, eles recebem um relatório mensal que especifica as rondas realizadas em sua propriedade. Segundo a prestadora de serviço, após a implantação do monitoramento rural, o roubo de máquinas e agrotóxicos nas propriedades monitoradas caiu a zero. “O monitoramento rural inibe diversas situações de crimes contra o patrimônio dos proprietários rurais, principalmente furtos de máquinas, implementos agrícolas, animais, assim como a entrada de caçadores, pescadores, veículos ou pessoas em atitudes suspeitas”, observa Zanardo.

14/09/2010

Fonte:Gazeta Digital

Monday, September 13, 2010

Espécies exógenas invasoras nocivas: Impacto de cães (Canis familiaris) e gatos (Felis catus) errantes sobre a fauna silvestre

Prezados Senhores do IBAMA,

Estudos provam que cães e gatos soltos que também são animais exóticos, nocivos e invasores deveriam ser controlados, pois como mostram os estudos abaixo estes animais causam grande impacto na fauna local.

Qual a Instrução Normativa que regulamenta o controle destes animais?

Onde posso encontrar uma lista do IBAMA de animais nocivos, exógenos e invasores, e a forma de correta e legal de controlá-los?

Desde já agradeço a atenção,

Eng. Agr. Rafael Salerno


Impacto de cães (Canis familiaris) e gatos (Felis catus) errantes sobre a fauna silvestre em ambiente peri-urbano.

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/91/91131/tde-20062005-162534/

http://www.rc.unesp.br/ib/ecologia/fenologia/pdf/Galetti&Sazima-port.pdf

http://www.biodiversityreporting.org/article.sub?docId=23728&c=Brazil&cRef=Brazil&year=2007&date=September%202006

http://www.icb.ufmg.br/big/beds/arquivos/loboguara.doc

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-81752008000200026

Matilha urbana mata animais silvestres e ameaça pessoas

O melhor amigo do homem virou o maior inimigo da fauna do Parque Nacional de Brasília. Raposas, veados e tatus são as principais vítimas da multiplicação desenfreada de cães ferais __ cachorros que perderam o comportamento domesticado e readquiriram a selvageria de seus ancestrais. Até presas maiores, como as antas, são caçadas pelas matilhas, que não temem nada. Nem o homem.
A administração calcula que a população de cães no parque seja de cerca de três mil cachorros. Isso inclui aqueles que vivem nos limites do parque e ainda aceitam a aproximação humana até os predadores totalmente selvagens, sem nenhum vestígio de comportamento doméstico, pois nasceram dentro do mato e nunca conviveram com o homem.
“O animal raramente escapa quando é cercado pela matilha”, explica o veterinário e biólogo Walfrido Tomás. No início de março, oito cães acuaram um fêmea de veado catinguero, a mataram e devoraram parte de seu traseiro, antes de serem enxotados por funcionários. No dia seguinte, mataram uma raposa. “No caso das raposas e tamanduás, os cachorros não matam para comer e acabam abondonando o bicho morto”, acrescenta Cristiane Horowitz, engenheira florestal.
A ameaça à fauna está se transformando também em perigo para as pessoas que freqüentam o parque. Para o agente florestal Paulo Delgado, o perigo de sofrer um ataque canino é diário. Ele conta que os cães não se intimidam e já chegaram a avançar no seu jipe de patrulha da área. Diante de uma matilha enfurecida, o agente só pode contar com sua espingarda. “Quando estão caçando, comendo ou com cria, eles atacam mesmo, e o jeito é matar”, afirma Paulo.
A adminstração admite não ter como controlar o fenômeno, que na verdade já é antigo. Há 10 anos, os ataques caninos já eram a maior causa de morte dos animais silvestres do parque. É das favelas e do lixão próximos ao parque que sai a maioria dos cachorros invasores da maior reserva ecológica do Distrito Federal, com 30 mil hectares. Entre as montanhas de lixo, eles são vistos às centenas e ninguém os ameaça.
A Gerência de Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde não tem como combater o problema no lixão. Os catadores de lixo reagem com violência a qualquer aproximação dos laçadores de animais, mantendo a carrocinha, e o Estado, à distância. O ex-chefe do Núcleo de Profilaxia, Klaus Paranayba, conta que não há estrutura para atender a toda a demanda de captura de cães e gatos na cidade, onde vivem 200 mil cachorros, com ou sem donos.
Sem donos e sem controle, os cães se multiplicam e aumentam as probabilidades de ataques e de passarem enfermidades aos animais silvestres e às pessoas. Além da raiva, os cachorros podem transmitir verminoses, leptospirose e serem portadores da leishmaniose visceral (calazar), doença degenerativa que destrói as vísceras e é transmitida por mosquitos e moscas sugadores do sangue de animais doentes.
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Javali abatido na Fazenda Cavalhada, em Caxias do Sul-RS, cedida pela AGAJA -



Foto de animal abatido na Fazenda Cavalhada, em Caxias do Sul-RS, cedida pela AGAJA - Associação Gaucha de Controle do Javali Asselvajado

SOMOS POBRES PORQUE ACREDITAMOS MAIS NA DISTRIBUIÇÃO DO QUE NA PRODUÇÃO DE RIQUEZAS (RENDA)

A única forma de acumular riquezas é extraindo-as do solo seja na forma de alimentos, produtos agrícolas em geral, argila para fazer tijolos, moer pedras para fazer cimento, calcário, extrair minérios, canalizar a água para fazer energia elétrica, em suma, o uso de recursos naturais. A prestação de serviços e o comércio essencialmente nada produzem ao passo que a indústria apenas transforma os materiais produzidos ou extraídos do solo. Até os combustíveis fósseis (finitos), só existem abaixo do solo...
Analistas menos avisados costumam abordar o valor do PIB agrícola ou do setor primário em geral com tom pejorativo porquanto sua expressão em números, é baixa. Esquecem-se no entanto do imenso efeito multiplicador da renda produzida e do emprego pelo setor primário, estimado em no mínimo em três (3) vezes no caso brasileiro.
Criar riquezas ou distribuir a renda?
Uma daquelas "verdades" que ninguém no Brasil se atreve a negar é que "algo precisa ser feito" para melhorar a distribuição de renda no país. Evidentemente, essa afirmação subentende a intervenção estatal para assegurar que as camadas inferiores da sociedade deixem de ser "exploradas" pelos que se encontram mais acima.


Essa idéia tão difundida revela uma clara falta de entendimento sobre a forma como a riqueza é gerada e distribuída numa sociedade. E que ninguém pense que essa falta de entendimento é fenômeno exclusivamente brasileiro. Há tempos que os defensores da economia de mercado, em todas as partes do mundo, buscam formas de combater essa visão equivocada.
Poucos conseguem fazer isso de forma tão clara quanto Walter E. Williams, professor de economia da Universidade George Mason, em Virgínia, a alguns quilômetros da capital americana. O professor diz que, se formos dar ouvido à sabedoria convencional, vamos pensar que existe uma pilha de dinheiro em algum lugar, e um "distribuidor de dinheiro" que reparte as cédulas entre a população.
"Assim", diz o professor, "muitos pensam que a razão porque alguns têm mais do que os outros é que o distribuidor de dinheiro é um racista e sexista que distribui o dinheiro de forma injusta.
Outros, garantem que alguns são mais ricos porque chegaram primeiro à pilha de dinheiro e pegaram uma quantidade 'injusta', deixando muito pouco para os outros".
Nos dois casos, garante o professor Williams, a conclusão é
clara: "para fazer justiça, é preciso que o governo tire os ganhos escusos de uns poucos e devolva aos que ficaram com pouco dinheiro, ou seja, que o governo redistribua a renda".
Ao contrário do que fazem crer essas visões caricaturais da realidade, porém, Walter E. Williams explica que numa sociedade livre "a única forma de obter renda é agradar e servir ao seu semelhante. Eu corto sua grama, conserto seu telhado, lhe entrego um alimento, um bem qualquer ou ensino economia a seu filho. Você, por seu lado, me dá dinheiro. Podemos pensar no dinheiro como certificados de desempenho".

"Obviamente", observa o professor,"algumas pessoas sabem servir e agradar aos seus semelhantes melhor do que outras seja pela qualidade dos serviços ou dos produtos. Por isso, recebem um número maior de certificados de desempenho (quer dizer, uma renda mais alta)."
Walter Williams cita como exemplo o tenor Luciano Pavarotti.
"Por que a renda de Pavarotti é maior do que a minha?", pergunta o professor. "É por causa de pessoas de bom gosto como você. Você é capaz de pagar 75.00 dólares para ouvir Pavarotti cantar uma ária de La Boheme. Mas quanto estaria disposto a pagar para me ouvir cantar a mesma música?"
"Aqueles que chamam a renda de Pavarotti de injusta e desejam que o governo tome parte dela para dar a outros estão essencialmente
dizendo: eu discordo da decisão de milhões de pessoas que voluntariamente proporcionaram a Pavarotti uma renda alta. Por isso vamos usar o poder de coerção do governo para cancelar essas decisões individuais e redistribuir a renda."
"É como se o governo", continua Williams, dissesse a mim:
"Walter, você não precisa servir com esmero ao seu semelhante para ter direito a uma parte do que ele produz. Em troca de sua lealdade a nós, vamos tirar do que seu semelhante produz e dar a você".
Nas palavras do professor Williams, "a redistribuição de renda é simplesmente a versão legal do que um ladrão faz - tirar a propriedade de uma pessoa para benefício próprio ou de outra. A principal diferença entre os atos do ladrão e dos Governos é a legalidade".
Palavras fortes, sem dúvida, mas cheias de razão e bom senso.
Essas observações de Walter E. Williams foram retiradas da palestra "O Empreendedor Como Herói Americano", que o professor apresentou recentemente num seminário sobre "Empreendedores e o Espírito da América" realizado no Hillsdale College, do estado americano de Michigan.

Não é por nada, não, mas esse texto deveria virar matéria obrigatória em todas as faculdades de economia do Brasil e porque não dizer, do mundo.

(Paulo Leite, de Washington, DC - Publicado em 29/03/2005)

Mundo vai viver nova onda de êxodo rural

12 de setembro de 2010 | 0h 00
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Levantamento do FMI e da OIT mostra que fenômeno vai levar 30 milhões de pessoas por ano para os centros urbanos, na próxima década

- O Estado de S.Paulo

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O mundo vai viver uma década de grande êxodo rural e 30 milhões de pessoas deixarão o campo em direção às cidades por ano. O alerta é do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

As organizações advertem os governos para se prepararem não apenas para acolher essas pessoas com infraestrutura adequada, mas também para que assegurem políticas de criação de empregos se não quiserem ver o aumento da pobreza.

A constatação faz parte de um levantamento feito sobre o futuro do mercado de trabalho. Em dez anos, o mundo terá de gerar 440 milhões de empregos para um exército de novos trabalhadores.

"Esses postos terão de ser criados apenas para não agravar ainda mais o nível de desemprego no mundo. Não para resolver a falta de trabalho, que atinge 210 milhões em 2010", alertou Steven Pursie, um dos principais economistas da OIT.

Parte dessa necessidade em gerar novos postos ocorre diante da explosão demográfica que ainda acontece em alguns países emergentes. Mas uma parcela importante ocorre pelo êxodo rural. "O desafio será enorme, tanto para governos como para a sociedade", afirmou Pursie. "Esse talvez seja o maior movimento de seres humanos em direção às cidades em um século."

Economia. O impacto sobre a economia deve ser profundo. Uma pequena minoria estará trabalhando em apenas um setor - o agrícola - que continuará responsável por alimentar uma grande maioria.

O fluxo de migrantes do campo para as cidades não é um fenômeno novo. Nos últimos 50 anos, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) estima que 800 milhões de pessoas teriam deixado terras e trabalho no campo para buscar uma vida melhor nas cidades.

Os países industrializados já passaram por esse fenômeno décadas antes.

Mas o ritmo dessa migração deve dobrar. A falta crônica de acesso à terra, queda de produtividade e de renda, além de problemas ambientais, são os principais fatores que estariam levando milhões para as cidades.

"Os países emergentes devem se preparar para uma explosão de suas cidades, o que já vem ocorrendo", disse o chefe do Instituto de Pesquisas de Desenvolvimento das Nações Unidas, Yusuf Bangura. "Os salários no campo não vão acompanhar o aumento de renda nas cidades e o fluxo será inevitável em muitos casos."

Em 2008, pela primeira vez, mais de 50% da humanidade vivia em cidades. O que o estudo liderado pelo Fundo Monetário Internacional mostra agora é que essa tendência não vai parar de crescer.

Em 1900, apenas 13% da população mundial vivia em cidades, cerca de 200 milhões de pessoas. Essa taxa, 50 anos depois, subiu para 29%. Em 2005, 3,2 bilhões de pessoas viviam em centros urbanos, ou 49% da população mundial.

Para 2030, a projeção apontada no levantamento é de que 60% da população do planeta esteja fora do campo, quase 5 bilhões de pessoas.

Sunday, September 12, 2010

Javalis causam prejuízos milionários no MS

Ataques de javalis causam prejuízos aos agricultures de Rio Brilhante

As perdas nas lavouras da região de Rio Brilhante devido a ataques de javalis chegam a R$ 1 milhão somente nesta colheita. A estimativa é do Sindicato Rural do município, que promove nesta sexta-feira, 10 de setembro, com o apoio da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), uma reunião com produtores e autoridades para apresentar a extensão do prejuízo e discutir o que pode ser feito para reduzi-lo.



A reunião será realizada na Câmara Municipal de Rio Brilhante às 18h30 e contará com a presença do presidente da Famasul, Eduardo Riedel, o deputado Paulo Côrrea, que é presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa e representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente.



A coordenadora do Sindicato Rural de Rio Brilhante, Adalgisa Regina Ramos, que organiza o evento, expõe a extensão do problema, que segundo ela, prejudica muito a produção de milho safrinha na região. “Os produtores vem até nós para reclamar. Há casos de quem perdeu R$ 110 mil, outro R$ 200 mil com os ataques. A situação é grave, pois envolve números altos de prejuízo”, informa.



O que acontece é que os javalis comem as plantações de milho. Segundo Adalgisa, há alguns anos atrás os ataques eram bem raros, mas os animais começaram a cruzar com outros tipos de porcos e o número aumentou muito. “O Ibama proíbe a caça desses animais, o que deixa os produtores sem instrumentos de defesa. Resolver o problema é uma responsabilidade das autoridades pois o produtor não tem meios legais de proteger suas plantações. O objetivo da reunião é buscar uma alternativa para o problema”, enfatiza.


10/09/2010

Fonte:Camila Valderrama - Sato Comunicação
http://www.ruralcentro.com.br/noticias/27605/_

Friday, September 10, 2010

IBAMA - Dossiê secreto do Javali no Brasil

Documento comprovando que mesmo sem divulgação externa os técnicos do IBAMA já estão cientes do risco ambiental e sanitário, porém a direção do orgão não tem tomado medidas adequadas para proteger o meio ambiente devido a pressão de ONG’s ambientalista e de direitos dos animais.
Expõe que os ambientalista não compreendem a amplitude dos problemas relacionados a esta praga, que já houveram multiplos casos de ataques fatais a seres humanos.

Thursday, September 09, 2010

Deputado quer reverter decreto que proíbe a caça de javalis

10/09/10 - 00:00 > POLÍTICA
Veruchka Fabre
BRASÍLIA - Candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul, o deputado federal Pompeo de Mattos (PDT-RS) promete, depois das eleições, propor revisão da Portaria n. 08/2010 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que no último dia 18 proibiu a caça de javalis no sul do Brasil.

Depois de diversos incidentes em que javalis destruíram lavouras e atacaram lavradores, produtores da região defendem a caça controlada desses animais.

Setor

Para o presidente da Associação Paranaense de suinocultores, Carlos Francisco Geesdorf, a situação no Rio Grande do Sul está muito séria. Ele ressalta que, se não for liberada a caça, a população vai matar os animais de qualquer modo.

"Os javalis estão destruindo plantações e criações de todas as espécies. Eu sou a favor de que a caça seja liberada, mas de forma controlada. Acho que um projeto de lei sobre essa questão seria muito interessante", avaliou.

Para o parlamentar, a medida imposta pelo Instituto é contraditória. "Absurda essa portaria que revoga a permissão de abate de javalis ao mesmo tempo em que considera esses animais uma praga, devido aos danos que causam nas colheitas. O Ibama proibiu a caça sem dar solução alternativa", observou. De acordo com ele, é necessário tentar reverter essa ação e, assim, proteger o sustento dos agricultores. "Pretendemos, nos próximos dias, dar entrada na Câmara Federal a um projeto de decreto legislativo para sustar essa medida", informou o pedetista.

O presidente do Movimento Viva Brasil disse que a caça é uma forma de proteção do cidadão, de seu trabalho, sua família e seu sustento. "Em tese, este deveria ser o objetivo das instituições governamentais. Não quero incentivar a matança, mas, até o momento, a caça se mostrou a única metodologia eficaz de controle."

Javalis se tornam ameaça para moradores do Triângulo Mineiro

Wednesday, September 08, 2010

Javali – Uma ameaça subestimada pelo agronegócio



O javali, um animal de origem européia que invadiu o país via países vizinhos e criadores ilegais, tem desafiado muitos proprietários rurais e suas comunidades onde a população rural se sente ameaçada por estas feras, em MG uma pessoa já morreu e corre-se o risco de ser só o primeiro caso[i].

Este animal foi introduzido nos países vizinhos bem como em outros continentes com objetivo de promover a caça esportiva, o problema é que devido à falta de predadores naturais ao cruzamento com espécies comerciais de porco, o que lhes conferiu maior eficiência alimentar, grande aumento de peso e as altas taxas reprodutivas, que transformaram esta praga em uma fera enorme e sem controle, no Brasil já foram abatidos animais de mais de 200 kg.

Em todos os países onde este animal foi introduzido ou mesmo é nativo é considerada uma praga, na Alemanha um país que já passou por duas guerras mundiais, os mesmos animais invadiram até a capital Berlim onde em 2008 foram mortos 3000 animais, sendo 500 no centro da cidade e em novembro deste ano um morador morreu devido aos ferimentos provocados por um javali.[ii]

Nos EUA é conhecida como “Pig Bomb"[iii] a explosão populacional mundial dos javalis e seus híbridos soltos asselvajados, conhecidos também como javaporcos aqui ou “feral hogs” por lá, estima-se que estes animais causem danos da ordem de US$ 800 milhões na produção de commodities agrícolas[iv], destruindo plantações, recursos naturais ou mesmo comendo pequenos animais. Por todo o país a relatos de ataques de javalis inclusive casos fatais, o que tem causado o combate incessante uma vez que devido sua alta taxa de reprodução, que possibilita dobrar a população a cada quatro meses[v], os órgãos de extensão descobriram que mesmo com o abate ou captura anual de até 70% dos animais ainda não conseguiriam reduzir a sua população. Por lá dizem que eles destroem as plantações e o meio ambiente “comendo como porcos, mas se reproduzindo como ratos”. Em casos extremos são contratados serviços de captura, remoção e abate ao custo médio de USD 230 ou cerca de R$ 400,00 por animal.

No Brasil a situação é ainda mais delicada, pois ameaça o pilar de nossa economia que é o agronegócio por meio de destruição de cultivos e ameaça de transmissão de doenças aos rebanhos e ao ser humano, uma das ameaças é a disseminação de aftosa e leptospirose o que poderia causar embargos comerciais e incalculáveis prejuízos financeiros ao país. O Último foco de aftosa no RS em 2000 levou ao sacrifício de 11 mil animais[vi], o embargo devido ao ultimo foco surgido no MS levou a um prejuízo estimado em R$ 1,7 bilhões[vii] mostrando que há muitas empresas, empregos, pessoas e famílias em jogo para correr o risco de conviver com estes animais.

No entanto o IBAMA proibiu a caça destes animais, que entraram pelo Sul do país e estão dia a dia avançando, já estando presentes no PR, SP, MG e até no MT. Ao invés de proibir o governo deveria liberar totalmente o abate deste animal exógeno, invasor e declaradamente nocivo, permitindo o controle destes animais pela população, como legalmente é feito com os ratos, que também são mamíferos exógena, invasores e nocivos pois causam danos econômicos, ambientais e transmitem doenças, no entanto não é necessária nenhuma licença de caça ou autorização legal para controlá-los simplesmente porque são considerados animais NOCIVOS para fins legais.

Enfim, o IBAMA se encontra agora decidindo o futuro do controle desta praga em solo nacional e a sugestão para este problema complexo é bastante simples,bastaria publicar uma Instrução Normativa com a primeira lista de animais exógenos, invasores e nocivos do país, sendo assim como os ratos, passíveis de controle por pessoas físicas ou jurídicas devidamente habilitadas para tal atividade, sem a necessidade de autorização do órgão ambiental competente.

Por lei o abate de animais nocivos não é crime, pois são animais que interagem de forma negativa com a população humana, causando-lhe transtornos significativos de ordem econômica ou ambiental, ou que represente riscos à saúde pública, nesta lista poderiam entrar não só o Javali, mas todas as espécies da lista nacional de espécies invasoras[viii] e exógenas, como o pombo doméstico (transmissor de mais de 50 doenças), pardais, os búfalos do Guaporé em Rondônia, e demais seres que tanto mal tem causado ao nosso meio ambiente, economia e saúde pública

[i] http://noticias.r7.com/videos/javalis-se-tornam-ameaca-para-moradores-do-triangulo-mineiro/idmedia/4fc56ac6eb3d0224dd4537a2d2a22dd7.html

[ii] http://www.stumbleupon.com/su/9Bp1ex/www.estadao.com.br/noticias/geral,berlim-permite-caca-de-javalis-no-centro-da-cidade,352998,0.htm/r:t

[iii] http://www.youtube.com/watch?v=rFFEjEnupZ8&p=C652C731E5C5A9ED&index=2

[iv] http://www.oregon.gov/OISC/docs/pdf/swine_ra.pdf?ga=t

[v] http://icwdm.org/publications/pdf/feral%20pig/txferalhogs.pdf

[vi] http://milkworld.com.br/noticias/post/rs-ultimo-foco-de-aftosa-levou-ao-sacrificio-de-11-mil-animais

[vii] http://www.agroboi.com/index.php?pag=noticiasexibe.php&&id=109

[viii] http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_esp%C3%A9cies_invasoras_no_Brasil

Sucesso a todos,
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Eng. Agr. Rafael Salerno
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Tuesday, August 31, 2010

Criação de Silvestres, Caça Amadora e a Conservação da Natureza

Prezados Senhores Abelardo Bayma, Presidente do IBAMA, Vitor Cantarelli, Coordenador de Gestão do Uso de Espécies de Fauna (Coefa) e Américo Ribeiro Tunes, Diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Floresta (DBFLO) do Ibama

Como técnico e cidadão brasileiro tenho acompanhado com muita alegria e esperança a evolução do mercado de animais silvestres criados regularmente sob autorização do IBAMA, os Canários da Terra, curiós e finalmente os psitacideos ! ! ! Ah que alegria, a 15 anos atrás meu pai me levou pra comprar revistas em um aeroporto de SP para eu treinar inglês e eu comprei uma chamada Birdtalk...lá se vão 15 anos e naquele tempo mundo afora já se conhecia como se reproduzir, treinar e desenvolver todo o tipo de psitacideos em grande parte da fauna brasileira.

Passado esse tempo e agora devidamente regulamentados eu vejo ainda Tucanos Toco de R$ 6 mil, papagaios de R$ 3mil nos sites dos criadores especializados, já desviam parte dos recursos dos contrabandistas ilegais mas ainda aguardo os dias onde poderão ser ainda mais populares para atender os desejos de minha cansada avó e também cidadã brasileira de ter um papagaio sem ter medo de policia.

Após grande impacto nos peixes das bacias do pantanal, São Francisco e outros, avançamos muitos e instituimos as carteirinhas de pescador que financiam a fiscalização e logo a população dos peixes voltou pelo menos em parte a se recuperar, essa outra história de sucesso da área ambiental do país.

Agora eu não posso deixar de me perguntar por quê o orgão máximo ambiental brasileiro insiste em proteger espécies exóticas que tanto mal causam ao nosso meio ambiente, e mesmo nativas que vem atuando ano a ano em desequilibrio se transformando em pragas e destruindo o sustento de trabalhadores no campo e mais recentemente até vidas.

Qual a diferença moral de abater um peixe e um Javali, ou mesmo uma pomba ou um pardal em área urbana?

Estes animais exógenos competem por recursos e extinguem dessas áreas animais nativos, por quê em última instância não requerer uma carteira de caçador que ajude a sustentar a fiscalização e estes esportistas apoiarem o país eliminando estas pragas e gerando renda nestas diversas comunidades.Nos EUA mais de 14 milhões de Norte Americanos caçam; 25 bilhões de dólares ano giram em torno desta atividade, mesmo no pequeno país que é Portugal a caça é uma atividade regulamentada que gera beneficios para toda a sociedade, na África os programas de conservação de leões, elefantes e etc, só são mantidos em grande parte pelos recursos captados por meio da caça regulamentada.

Em boa parte do Brasil incluindo aí MG e PR, pombos têm sido pragas implacáveis de grãos e enquanto o IBAMA não autoriza a caça TODOS OS NOSSOS VIZINHOS DE MERCOSUL têm recebido turistas que pagam em médiam USD 350 POR DIA para simplesmente matar estes animais colaborando para a atividade agricola para os quais são tão ou mais perniciosos como são os ratos e baratas para o meio urbano...E EU AINDA NÃO CONHECI NINGUÉM QUE TENHA PROIBIDO A CAÇA AOS RATOS NAS CIDADES POR MEIO DE RATOEIRAS, VENENOS CONTAMINANTES E ETC...

Então eu fico a disposição e apelo para que sejamos sensatos e práticos, pois a natureza não espera, nem mesmo as familias dos afetados por estas pragas sejam javalis ou mesmo capivaras. Peço pela imediata liberação da caça de todos os animais exóticos pelo seu potencial de dano a nossa riquissima fauna nativa (O JAVALI COMEÇOU NO CHUÍ, JÁ ESTÁ EM MG NO CERRADO, VÃO ESPERAR CHEGAR NA AMAZÔNIA???). Os pombos urbanos transmitem 8 tipos diferentes de doenças ao ser humano e não podem ser caçados no BR, pardais de origem européia expulsam diariamente uma quantidade enorme de passaros nativos do seu habitat em cidades pequenas e médias e até quando vão permitir a destruição do Vale do Guaporé pelos Bufalos ??? Quem cala consente...

Atenciosamente,

--
Eng. Agr. Rafael Salerno
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Monday, August 23, 2010

CMN publica resolução sobre redução de carbono na agricultura

noticias :: Por Editor em 19/08/2010 :: imprimir pdf enviar celular
O Diário Oficial da União (DOU) de ontem (18/08/10) publicou a resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que instituiu, no âmbito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Programa Agricultura de Baixo Carbono (Programa ABC) para reduzir a emissão de gases de efeito estufa na agricultura. O objetivo é financiar práticas sustentáveis no campo e reduzir os desmatamentos.



A Resolução 3.896 disponibiliza um limite de crédito de R$ 1 bilhão do BNDES por beneficiário, a cada ano-safra, e mais R$ 1 bilhão da poupança rural do Banco do Brasil, para aplicação até 30 de junho de 2011. Os juros são de 5,5% ao ano e o prazo de pagamento varia de oito a 12 anos, com carência de um a seis anos, dependendo do objetivo.

O dinheiro pode ser usado para financiar atividades de recuperação de áreas e pastagens degradadas, implantação e manutenção de florestas comerciais ou destinadas à recomposição de reserva legal, implantação de sistemas de integração entre lavoura, pecuária e floresta. A intenção do governo é ampliar, nos próximos dez anos, a área atual de pastagens recuperadas de 40 milhões de hectares para 55 milhões de hectares.

CRÉDITO DEVE SER LIBERADO EM SETEMBRO

O diretor de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Wilson Araújo, disse que a expectativa é que até setembro comecem a ser liberados aos produtores rurais os R$ 2 bilhões do programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), destinado a financiar práticas na lavoura que reduzam a emissão dos gases de efeito estufa. O Conselho Monetário Nacional oficializou no dia 17 de agosto a criação da nova linha de crédito.

Apesar disso, ainda falta a publicação de uma portaria do Ministério da Fazenda sobre a equalização de juros, que são mais baixos para o programa (5,5%), e uma circular do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comunicando como os agentes financeiros devem operar as novas linhas de crédito.

Também foi aberto no dia 17 o Seminário de Difusão do Programa ABC, na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Segundo o presidente da empresa, Pedro Arraes, o programa tem cinco pilares: plantio direto na palha, fixação biológica de nitrogênio, recuperação de pastagens degradadas e o sistema de integração lavoura-pecuária-florestas.

"O Brasil deu uma grande contribuição com propostas na COP-15 e agora dá exemplo de algumas políticas que estão sendo colocadas em prática", disse Arraes, referindo-se à participação brasileira na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), ocorrida em Copenhague, em dezembro de 2009.

O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Gerardo Fontelles, disse que o programa está voltado à sustentabilidade, o mesmo priorizado pelo governo. Fontelles e Arraes assinaram, no evento, com entidades representativas do plantio direto na palha, florestas plantadas e fixação biológica de nitrogênio, protocolos de intenção para o aperfeiçoamento e difusão das práticas que reduzam a emissão dos gases de efeito estufa.

PARA SABER MAIS

Leia aqui a resolução do Conselho Monetário Nacional.

FONTE

Agência Brasil
Christina Machado e Danilo Macedo - Repórteres
Talita Cavalcante e João Carlos Rodrigues - Edição
Links referenciados
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
www.bndes.gov.br

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
www.agricultura.gov.br

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
www.embrapa.br

Conselho Monetário Nacional
www.bacen.gov.br/?CMN

Diário Oficial da União
portal.in.gov.br

publicou a resolução
www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.j
sp?jornal=1&pagina=24&data=18/08/2010

Agência Brasil
www.agenciabrasil.gov.br

Leia aqui
www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.j
sp?jornal=1&pagina=24&data=18/08/2010

BNDES
www.bndes.gov.br

Monday, July 26, 2010

Low-till farming curbs drought hit to Kazakh wheat

16:30 UK, 9th July 2010, by Agrimoney.com

Drought-struck wheat farmers in Kazakhstan's farmers may be facing an even greater downturn if it were not for their uptake of low-till practices, US officials have signalled, slashing their crop hopes by 17%.

The US Department of Agriculture, in its benchmark monthly report on world crops, sliced its estimate for Kazakhstan's wheat crop by 3.0m tonnes to 13.0m tonnes, blaming a "withering" drought.

"Precipitation for the current growing season is the lowest in the past 10 years," the briefing said, adding that satellite imagery showed the crop in the worst condition in at least a decade.

However, the USDA also noted the growth in adoption of the so-called low till technology which, by minimising soil disturbance, limits the opportunity for moisture loss.

"Grain producers maintain that moisture-saving technology reduces yield loss in the event of drought and reduces the need for clean fallow in the crop rotation," the report said.

Low till techniques, whose use has been encouraged by the expansion of large farm operating companies in Kazakhstan, was practiced on 10.3m hectares this year, twice as much as in 2007, and much in wheat, of which 14.7m hectares was sown.

'Severe and persistent drought'

The report also said that Russia's crop was in the worst health for at least 10 years, thanks to severe drought.

"All of the major spring-wheat production districts, Siberia, Ural, and Volga, have been subject to severe and persistent drought," the USDA said, cutting its forecast for Russian wheat production by 4.5m tonnes to 53.0m tonnes.

Nonetheless, that remains a higher figure than estimated by Moscow-based analysis group SovEcon, which on Friday pegged the crop at 49m-51m tonnes, noting yields as low as 0.8 tonnes per hectare in the Volga valley.

Sunday, July 11, 2010

Agrimoney.com | Low-till farming curbs drought hit to Kazakh wheat

Agrimoney.com | Low-till farming curbs drought hit to Kazakh wheat

16:30 UK, 9th July 2010, by Agrimoney.com
Low-till farming curbs drought hit to Kazakh wheat

Drought-struck wheat farmers in Kazakhstan's farmers may be facing an even greater downturn if it were not for their uptake of low-till practices, US officials have signalled, slashing their crop hopes by 17%.

The US Department of Agriculture, in its benchmark monthly report on world crops, sliced its estimate for Kazakhstan's wheat crop by 3.0m tonnes to 13.0m tonnes, blaming a "withering" drought.

"Precipitation for the current growing season is the lowest in the past 10 years," the briefing said, adding that satellite imagery showed the crop in the worst condition in at least a decade.

However, the USDA also noted the growth in adoption of the so-called low till technology which, by minimising soil disturbance, limits the opportunity for moisture loss.

"Grain producers maintain that moisture-saving technology reduces yield loss in the event of drought and reduces the need for clean fallow in the crop rotation," the report said.

Low till techniques, whose use has been encouraged by the expansion of large farm operating companies in Kazakhstan, was practiced on 10.3m hectares this year, twice as much as in 2007, and much in wheat, of which 14.7m hectares was sown.

'Severe and persistent drought'

The report also said that Russia's crop was in the worst health for at least 10 years, thanks to severe drought.

"All of the major spring-wheat production districts, Siberia, Ural, and Volga, have been subject to severe and persistent drought," the USDA said, cutting its forecast for Russian wheat production by 4.5m tonnes to 53.0m tonnes.

Nonetheless, that remains a higher figure than estimated by Moscow-based analysis group SovEcon, which on Friday pegged the crop at 49m-51m tonnes, noting yields as low as 0.8 tonnes per hectare in the Volga valley.

Saturday, July 10, 2010

Zoneamento de pastagens evita prejuízos e aponta as áreas aptas para plantio

Zoneamento de pastagens evita prejuízos e aponta as áreas aptas para plantio



Zoneamento de pastagens evita prejuízos e aponta as áreas aptas para plantio

noticias :: Por Editor em 10/07/2010 :: imprimir pdf enviar celular
Já estão disponíveis as primeiras recomendações para plantio de pastagens, especificamente para o capim Braquiária, em sistema de integração lavoura – pecuária (ILP), com milho ou com sorgo, para os Estados de São Paulo e Minas Gerais. Este trabalho da Embrapa serve para orientar os interessados (pecuaristas, técnicos da extensão rural, áreas de crédito rural dos bancos, órgãos de fomento etc) no uso dessa forrageira, que agora podem saber quais as regiões aptas (por município) e, nessas áreas aptas, quais as melhores épocas para sua implantação (plantio) em diferentes tipos de solo.



Com esse instrumento, o pecuarista saberá quais são as áreas de risco. Os bancos, mesmo sem obrigatoriedade legal, poderão liberar recursos do crédito rural somente para as áreas favoráveis, reduzindo assim indenizações do seguro rural e possíveis fraudes. Também poderá servir como ferramenta para a implementação de políticas públicas visando o desenvolvimento regional e o aproveitamento ao máximo das condições de solo e clima, bem como para não se plantar em áreas não aptas.

Esses resultados fazem parte do zoneamento agroclimático da Braquiária, desenvolvido por seis centros de pesquisa da Embrapa: Cerrados (Brasília/DF), Pecuária Sudeste (São Carlos/SP), Informática Agropecuária (Campinas/SP), Arroz e Feijão (Santo Antonio de Goiás/GO), Gado de Corte (Campo Grande/MS) e Gado de Leite (Juiz de Fora/MG).

O trabalho apresenta as épocas mais favoráveis para o plantio de Braquiária no sistema ILP, bem como as não favoráveis. Isso é dado por decêndios, ou seja, de 10 em 10 dias. Os meses são divididos em três decêndios: do dia 1º ao dia dez, de onze a 20 e o último do dia 21 ao dia 30. São apresentadas opções de 18 decêndios, de 1º de setembro a 29 de fevereiro, época mais comum e mais favorável para o plantio de pastagens em São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

A orientação é dada também por município, ou seja, o interessado deve procurar, no mapa ou na lista, o seu município e ver em qual período o plantio do consórcio é indicado. Além do município e dos decêndios, o levantamento inclui até três diferentes tipos de solo, o que também deve ser considerada pelo interessado, ao fazer a consulta.

Segundo o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, José Ricardo Pezzopane, a pesquisa foi feita com o uso de dados de chuvas dos últimos 30 a 50 anos, conforme a região. Foi medido o consumo de água nos dois consórcios (Braquiária com milho e Braquiária com sorgo), o que permitiu a simulação do consumo hídrico dos consórcios em solos com diferentes capacidades de armazenamento de água.

A pesquisadora e chefe de Pesquisa da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos/SP), Patrícia Menezes Santos, diz que os maiores riscos levados em conta, nos Estados de São Paulo e Minas Gerais - área coordenada pela Embrapa Pecuária Sudeste - ocorrem num período de até 45 dias após o plantio e referem-se à germinação e ao perfilho. No caso do milho, dentro do Sistema de Integração Lavoura - Pecuária, os riscos se dão principalmente no período de florescimento e enchimento de grãos, de 45 dias a 110 dias após a semeadura do grão.

Uma maneira de facilitar a visualização e o entendimento da situação em que se encontra a propriedade do interessado é recorrer aos mapas onde estão apontados, de maneira clara e simples, os períodos aptos e não aptos ao plantio da Braquiária em consórcio com o milho. O mesmo ocorre com o sorgo, nas mesmas condições.

PRESSUPOSTOS DO ZONEAMENTO

Para realizar esse trabalho de zoneamento, em todo o País, para diversos produtos, foi utilizado o modelo francês elaborado pelo Centre de Coopération Internationale en Recherche Agronomique pour le Dévéloppement – Cirad (em português Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento, França), adaptado pela Embrapa às condições de cada região, segundo informa o pesquisador e chefe de Pesquisa da Embrapa Cerrados, Fernando Macena, coordenador dos trabalhos de zoneamento em todo o Brasil.

Os dados iniciais da pesquisa são os índices de evapotranspiração potencial, de temperatura e de chuvas. Cada produto é analisado em suas exigências de água e seu ciclo (profundidade radicular, duração e fases fenológicas, como germinação, florescimento, maturação e colheita).

FONTE

Embrapa Pecuária Sudeste
Jorge Reti - Jornalista
Telefone: (16) 3411-5600
Links referenciados
Centre de Coopération Internationale en Recherche Agronomique pour le Dévéloppement
www.cirad.fr

Embrapa Pecuária Sudeste
www.cppse.embrapa.br

Patrícia Menezes Santos
buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visual
izacv.jsp?id=K4778717U4

José Ricardo Pezzopane
buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visual
izacv.jsp?id=K4775147H8

Embrapa Cerrados
www.cpac.embrapa.br

Fernando Macena
buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visual
izacv.jsp?id=K4785634J4

Jorge Reti
jreti@cppse.embrapa.br

Embrapa
www.embrapa.br

Cirad
www.cirad.fr

Thursday, June 17, 2010

EMBRAPA incentiva o uso do Plantio Direto

A Embrapa Tabuleiros Costeiros recomenda aos produtores de grãos o sistema de plantio direto, que consiste em manter a palhada da safra anterior sobre o solo, protegendo a sua superfície contra a ação direta do sol e da chuva, reduzindo o risco de erosão e perda da camada fértil do solo.

No entanto, o mais comum é o agricultor fazer o uso do sistema convencional, onde os restos culturais são incorporados ao solo por meio de arados e grades, o que degrada a matéria orgânica e provoca a compactação, aumentando os riscos de perda da camada fértil do solo, pela ação da erosão causada pelas águas das chuvas.

No sistema convencional, além da degradação dos solos agrícolas com a formação de sulcos e voçorocas, o solo erodido é carreado para os mananciais d’água. Isso provoca o assoreamento dos rios, córregos e lagos que vão ficando rasos e poluídos com resíduos químicos e orgânicos indesejáveis. Esse tipo de degradação prejudica a atividade pesqueira, a qualidade da água de uso doméstico e o transporte fluvial, além de aumentar os riscos de enchentes.

O sistema de plantio direto é mais econômico para o produtor por eliminar as operações de preparo do solo (aração e gradagem), e ainda causa menos impacto ao meio ambiente, pois reduz a quase a zero o risco de erosão, por manter o solo protegido e agregado. O sistema mantém a fertilidade do solo, conserva sua umidade, sua matéria orgânica e elimina atrasos na implantação das lavouras, por colocar as sementes e o fertilizante sem necessidade de revolvimento do solo. O plantio direto ainda tem a vantagem de reduzir o consumo de combustível fóssil, pois utiliza maquinário que exige menor potência.


O plantio direto evita a erosão da terra com grave prejuízo ao agricultor e meio ambiente.

Adicional às vantagens ambientais, o plantio direto proporciona ao agricultor uma estabilidade na produtividade das lavouras ano após ano, enquanto que, no sistema convencional a produtividade vai diminuindo e a necessidade de insumos vai aumentando a cada safra devido à degradação do solo.
Fonte: http://www.diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Newsletter.asp?data=17/06/2010&id=21830&secao=Artigos%20Especiais